sexta-feira, 18 de maio de 2012

Eternamente Jovem

Em busca de uma oração para motociclista, me deparei no blog Equilíbrio em Duas Rodas do Fábio Magnani, com a música tema do seriado Sons of Anarchy (Filhos da anarquia), uma magnífica série da TV americana que retrata a vida de um Clube de Motociclistas, ou melhor, de uma gangue de motociclistas e seus integrantes, que se passa em Charming, uma cidade fictícia no norte da Califórnia.

A música é Eternamente Jovem, de Bob Dylan, interpretada primorosamente por Audrea Mae.

Esta aí uma bela oração:


May God bless and keep you always (Que Deus sempre te abençoe e te proteja)
May your wishes all come true (Que os teus desejos se transformem em realidade)
May you always do for others (Que você sempre ajude os outros)
And let others do for you (E deixe os outros te ajudarem)
May you build a ladder to the stars (Que você construa uma escada para as estrelas)
And climb on every rung (E que suba cada um dos degraus)


May you stay forever young (Que você fique jovem para sempre)
May you stay forever young. (Que você fique jovem para sempre)


May you grow up to be righteous (Que você cresça para ser correto)
May you grow up to be true (Que você cresça para ser verdadeiro)
May you always know the truth  (Que você conheça sempre a verdade)
And see the lights surrounding you (E veja a luz que te rodeia)
May you always be courageous (Que você seja sempre corajoso)
Stand upright and be strong (Mantendo-se de pé e sendo forte)


May you stay forever young (Que você fique jovem para sempre)
May you stay forever young. (Que você fique jovem para sempre)


May your hands always be busy (Que suas mãos sempre estejam ocupadas)
May your feet always be swift (Que seus pés estejam sempre em movimento)
May you have a strong foundation (Que você tenha uma fundação forte)
When the winds of changes shift (Para quando chegarem os ventos da mudança)
May your heart always be joyful (Que teu coração seja sempre alegre)
And may your song always be sung (Que tua canção seja sempre cantada)


May you stay forever young (Que você fique jovem para sempre)
May you stay forever young. (Que você fique jovem para sempre)

sábado, 12 de maio de 2012

A Música da Alma


Nunca fui um grande conhecedor de músicas. Neste aspecto me considero um completo analfabeto musical, o que não significa que não aprecie escutar uma boa música, especialmente quando me agrada, independente do gênero, estilo ou o que quer que o valha. Para mim, basta gostar. O sensacional nesta história de música é o quanto ela dispara algum dispositivo em nosso cérebro e causa, conforme a música, as mais diversas sensações. Tem uma em especial que para mim é muito cara e sinônimo de algumas importantes sensações. Trata-se da música tema do filme “Cinema Paradiso”, (no original Nuovo Cinema Paradiso), um filme italiano de 1988, escrito e dirigido por Giuseppe Tornatore. a propósito, não só um filme, mas sim uma poesia cinematográfica, uma obra de arte, que merece ser assistida por todos (Me arrisco a considerar como o filme mais marcante que já assisti). Um filme absolutamente maravilhoso. 
Trailler do Filme: Nuovo Cinema Paradiso
Trata-se da história de Salvatore Di Vita, um  cineasta bem-sucedido que vive em Roma. Um dia ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo está morto. A menção deste nome traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso,  para onde Salvatore, então chamado de Totó, fugia sempre que podia depois que terminava a missa (ele era coroinha). No começo, ele costumava espreitar as projeções através das cortinas do cinema, que o padre via primeiro para censurar as imagens que possuíam beijos, e fazia companhia a Alfredo, o projecionista. Foi ali que Totó aprendeu a amar o cinema. É na sala de projeção do cinema chamado Paradiso, onde todos os habitantes da pequena cidade de Giancaldo se reúnem e se entretêm, que Salvatore cresce. É Alfredo que ensina tudo sobre cinema do pós-guerra (Estamos nos anos 50). Após um caso de amor frustrado com Elena, a filha do banqueiro da cidade, Totó deixa a cidade e vai para Roma, retornando somente trinta anos depois, por causa da morte de Alfredo. Ao final, o Novo Cinema Paradiso, já abandonado, acaba demolido pela prefeitura para construir um estacionamento. Voltando para Roma, Totó assiste a uma fita com todas as imagens de beijo que o padre da cidade havia censurado. Uma passagem do filme, a propósito, antológica, emocionante e arrebatadora. A projeção das cenas  recuperadas, cortadas pelo conservador e engraçado padre daquela pequena comunidade italiana (guardião da moralidade e bons costumes), coladas pelo agora cineasta, pedaço a pedaço, e novamente transformadas em um rolo de filme, é acompanhada pela belíssima música de Ennio Morricone, o maestro autor desta composição, que assim como o filme considero outra obra-prima.
Esta música para mim, é sinônimo de saudade. Saudade de um tempo que não volta, de uma vida já vivida, de pessoas queridas que não mais estão entre nós. Sempre me emociono muito ao ouvi-la. Uma música que toca a alma e o coração.
O que esta música tem a ver com o motociclismo? Talvez nada. Mas sensações, saudades, histórias e tempos vividos marcados em nossa memória têm muito a ver com o motociclismo. Ao vivenciarmos cenários proporcionados pelas viagens de motocicleta, vivenciamos sensações, emoções, cheiros, sentimentos e lembranças que são patrimônio e legados que ninguém nos tira e são eventualmente deflagrados como naquelas sensações “Déjà vu”, expressão utilizada para definir a reação psicológica que nos faz ter a idéia de que já estivemos naquele lugar antes ou já vimos aquelas pessoas, enfim, uma expressão da língua francesa que significa, literalmente, já visto, já sentido, ou como eu disse, a sensação de uma vida já vivida.
Compartilho um concerto de Ennio Morricone, realizado em Veneza em 2007, com a música do Cinema Paradiso, como forma de homenagear todas as mães, em especial a minha mãe e também a mãe do Artur. Mães que são as responsáveis pelos melhores anos de nossas vidas, mães, responsáveis por este sentimento chamado saudades. Curtam a música com os ouvidos da alma.

domingo, 6 de maio de 2012

Viagem a Salto, Uruguai - 3° dia - 30/04/12

O dia do retorno aos nossos lares. Combinamos de tomar café as 7:00 hs e partir as 7:30 hs. Tínhamos um longo percurso de retorno. Os mesmos 960 quilômetros de dois dias atrás, porém agora em sentido oposto. Acordamos cedo, carregamos as motos, lubrificamos as correias, acertamos o hotel e nos encontramos com o Serra e a Manja na sala de café.  Papo sempre agradável, mas já em clima de despedida. Promessas de reencontros futuros. De minha parte a saudade apertando forte em relação ao Artur. Complicado este negócio de saudade da família, situação que terei que trabalhar melhor, caso queira poder realizar outros projetos. Apenas dois dias longe, e a saudade incomodando uma barbaridade. Tanto que abortamos a possibilidade pré combinada de esticarmos a viagem até Montevidéu e Colônia de Sacramento, por conta do feriado de 1 de Maio. Não consegui dar prosseguimento a esta intenção, pois a viagem passa  a não ser a mesma sem a presença dos meus.

Encilhamos nossas motos e partimos. Serra comandando a comitiva (Sempre o mais experiente deve liderar o grupo e assim foi feito). No caminho entre Salto e Artigas um pássaro colide contra o capacete do Serra.  Pancada forte que, conforme o relato do Serra causou um choque momentâneo que fez branquear a visão. Pudera, pois os sinais da colisão foram tão fortes que deixaram marcas para sempre em seu capacete pois o arranharam ao ponto de descascar a pintura. O efeito pós batida foi uma dor na nuca do Serra.  Em Artigas, durante os trâmites aduaneiros se juntam ao grupo de motociclistas uma tropa da polícia Uruguaia, entre eles admiradores do motociclismo. Também no local um senhor uruguaio com seu filho pediu um adesivo que foi prontamente presenteado pelo Serra.  Além disso, queria pousar seu filho para um foto em cima de uma das motos. Que negócio interessante é este do motociclismo, causador de tanta admiração e paixão!!?

Rumamos, conforme o combinado em direção a Livramento, portanto em roteiro diferente da vinda, ao menos, assim seria até Rosário do Sul. Em Livramento estacionamos as motos ao lado da fronteira e acompanhamos a Manja pelos Free Shops de Rivera na busca de uma filmadora que pudesse ser utilizada na moto e nas viagens do casal. Ela adquiriu uma Go Pro Hero II, a propósito, excelente aquisição que eu futuramente também quero fazer. Esta câmera filmadora amplia a angulação de filmagem e pode ser acoplada ao capacete, além de ser resistente e a prova d’água, possibilitando ótimas imagens. Nesta busca descobri uma loja que vendia miniaturas de motos, e aproveitei e ampliei em duas a minha coleção. Devido às filas nos demoramos em Rivera. Dali o Serra nos levou a uma excelente churrascaria na saída da cidade, estilo BBB (Boa, Bonita (nem tanto) e Barata). Ali sim, deveríamos então nos despedir. Momento sempre difícil. Renovadas promessas de nos revermos em breve, e então a partida. Na cabeça já as lembranças de um inesquecível final de semana. No caminho fomos parados pela receita federal, que mandou abrirmos os bauletos. Tudo em ordem e seguimos viagem. Metros antes do entroncamento das BR(s) 158 e 293, sendo a primeira com destino a Rosário do Sul e a segunda com destino a Bagé e Pelotas, o líder de nossa comitiva reduz a velocidade para que emparelhássemos nossas motos. Acenamos um para o outro. Agora sim, cada um seguiria seu caminho. Nesta viagem, a última vez que as motos andariam juntas. Ambos viajantes desejando sorte na sua empreitada, mas veio o aperto no coração, comum nas situações de despedida de pessoas da qual temos um enorme carinho. A emoção veio forte, arrepiando a alma e o coração. Momento difícil e emocionante. Sensações únicas, proporcionadas pelo motociclismo. Ficou na retina, e graças à habilidade da Manja como fotógrafa registrado em uma belíssima foto, este momento marcante onde motos e viajantes se separam em um entroncamento da vida, ambos acenando e desejando o melhor um para o outro. São estes os “cenários de motocicleta”. Que momento único, quando três motos amigas se separam após uma parte da jornada ter sido percorrida em união, de forma intensa, com solidariedade e amizade. Ali se desfez nossa bela e breve sociedade de motoviajantes. Que Deus permita que logo ela se refaça novamente.

Seguimos nosso destino. Eu com estas emoções novamente alimentando minhas lembranças de um belo final de semana, das lições e exemplos deste casal de amigos tão caro a nós que somados a saudade de minha família me fazia ter um aperto no peito e um nó na garganta. Mas tínhamos ainda 5 horas de viagem e o relógio já marcava 14h00min. Em Rosário paramos para abastecer as motos e eu, não sei por que, muito cansado necessitava  parar e quem sabe tomar algo para recarregar as baterias. Estava realmente muito cansado, mais que o normal. Olhei para uma coca-cola que me apeteceu e resolvi tomá-la. Santo remédio que por incrível que pareça me rejuvenesceu e reenergizou. Tocamos viagem até Cachoeira do sul, a esta altura já pilotávamos no escuro. Lá mais uma coca-cola e a combinação de mais uma parada no posto Grall na freeway em Gravataí, antes do Pedágio. Agora deveríamos pilotar a noite com mais movimento e com o perigo dos animais que cruzam de forma intempestiva as rodovias. Todo o cuidado é pouco nestas circunstâncias. A viagem, apesar do movimento transcorreu de forma excelente. As 20h00min estávamos no posto Grall. Última abastecida e daqui a 1 hora estaríamos, com a permissão de Deus em nossos lares. A estas alturas já havia recebido a mensagem da Manja dizendo que eles já haviam chegado a sua casa, desde as 19h00min. Últimos 100 kms de nossa Trip de 2000 km em um final de semana foi tranqüila, acompanhados de uma chuva fina, prenunciadora de muito frio pelos próximos dias. Chegamos em casa são, salvos e felizes com muitas histórias para contar.

Restou agradecer a Deus pela proteção e pela possibilidade de momentos marcantes ao lado dos amigos. O Sherlei com sua Transalp foi muito bem, agora já somando a sua recente vida de motoviajante mais 2.000 km. Sem dúvida, já mais experiente que muitos outros motociclistas que não transformam seus anseios de viagem em realizações. Obrigado também a ele pela parceria e amizade.

Agora, que venha a próxima.
Obs: clique na imagem para que você tenha a galeria de imagens deste post;

 Rumo aos nossos lares. Saindo de Salto (Foto: Manja)

Na Aduana, em Artigas.

 Serra presenteando um adesivo a um Senhor uruguaio e seu filho (Foto: Manja)

 
Policiais Uruguaios que gostam de motos (Foto: Manja)

Aduana (Foto: Manja)

Pose para foto, com quem gosta de motociclismo

 Um pai fazendo o desejo do filho, ou seria o contrário?

Em Santana do Livramento

Último almoço da Sociedade de "Motoviajeiros": da esq. para direita: Manja, Serra, Sherlei e Álvaro (Foto: Manja)

 Na Receita Federal em Santana do Livramento (Foto: Manja)

Cenários de Motocicleta: Uma imagem cheia de significado (Foto: Manja)

Em Cachoeira do Sul, no paradouro Papagaio, com outros motociclistas voltando de Salto

sábado, 5 de maio de 2012

Viagem a Salto, Uruguai - 2° dia - 28/04/12

Como marcado no dia anterior, as 08h10min da manhã já se encontravam na sala de café do hotel, os amigos Serra e Manja. O dia havia amanhecido rabugento, com chuva e frio. Tomamos nosso café, a propósito muito bom para os padrões Uruguaios de "desayuno" e colocamos a conversa em dia. Quando motoviajantes se encontram para começarem a falar de suas histórias, de suas viagens, de suas motos, o tempo passa voando e foi assim que aconteceu. Quando vimos o relógio já marcava 11h00min. Combinamos de fazer um tour pela cidade, que seria ciceroneado pelo Serra, a começar pela avenida costaneira as margens do Rio Uruguai. A cidade realmente é muito bem ajeitada, e o rio acaba a embelezando ainda mais. Na margem oposta vemos a cidade Argentina de Concórdia. Algumas paradas para fotografias, pose das nossas "exibidas" máquinas. Na seqüência do passeio nos deparamos com uma pequena exposição de pedras esculpidas pelo rio, entre elas madeiras petrificadas, exposição esta feita para comercialização das mesmas, de um morador ribeirinho. Muito interessante e verdadeiras obras de arte da natureza. Em outros países esta prática (extração e comercialização não controlada) não é mais permitida, para a sorte de outros patrimônios naturais. Parada para abastecimento das motos e nos dirigimos às termas de Daymán. Antes, passamos por um enorme monumento em homenagem a Giussepe Garibaldi, que me atiçou a curiosidade e será tema de um próximo post (Sou um curioso inveterado e gosto de história, portanto farei esta investigação).

As termas de Daymán estão localizadas a 10 minutos do centro da cidade de Salto as margens da ruta 3 entre os km 487 e 440 desta ruta. Possui uma infra-estrutura de hotéis, bangalôs, cabanas, apart-hotéis, restaurantes, canchas de padle e tenis e 10 piscinas de variadas temperaturas, podendo chegar a 44° C, a maior encontrada no Uruguai. No parque termal público paga-se um ingresso para entrar. As demais termas são de propriedades dos hotéis e, portanto para acessá-las somente como hospede do hotel proprietário das mesmas. Vemos lá as mais diversas infra-estruturas e um movimento muito grande de turistas O poder terapêutico das águas de Daymán provem da combinação de calor e salinidade, sendo que as mesmas possuem componentes químicos como o Iodo, Ferro, Cálcio Magnésio e Fluor, sendo negativo em arsênico e pobre em sulfatos, nitratos e radioatividade, portanto com excelente poder terapêutico. Almoçamos no restaurante ao lado da entrada do parque. Almoçamos muito bem e a chuva acabou se intensificando. Eu decidi, e fiquei sozinho nesta minha intenção, experimentar um banho nestas piscinas medicinais aquecidas naturalmente, embora o frio e a chuva fossem desencorajadores. Mesmo assim, de forma resoluta, resolvi enfrentar, afinal, são poucas as oportunidades de experimentarmos situações e circunstâncias diferentes de nossa rotina. Ao menos eu penso assim, e sempre que posso acabo vivenciando estes “momentos ou circunstâncias inusitadas”. Não me arrependi, pois o banho estava ótimo, com um efeito relaxante extraordinário, confirmando a boa propaganda destas "milagrosas" vertentes aquecidas. Não me demorei, para também não abusar da boa vontade dos meus amigos que “pipocaram” nesta empreitada de enfrentar o frio e a chuva para entrar na piscina e que estavam gentilmente me aguardando. Marcamos de voltarmos com as nossas famílias, pois o local realmente convida a um retorno demorado e mais bem aproveitado.

Dali rumamos para o local do encontro, que devido a chuva contava com pouquíssimos motociclistas. A Tenerê do Serra e as nossas Transalp(s) sempre acabam sendo atração com perguntas e indagações admiradas quanto a estas motos, fruto da paixão motociclística de quem participa destes eventos. Comemos algumas bergamotas (tangerinas) oferecidas pelos organizadores, batemos um papo, circulamos um pouco pelo modesto evento e resolvemos retornar ao hotel, pois a esta altura o relógio já marcava 17h30min. Uma pena a chuva ter frustrado o encontro, que conforme o organizador Rubens, não conta com qualquer apoio da municipalidade e do empresariado local, que se beneficia com a vinda dos mototuristas, mas infelizmente como relatado, não apóia em nada a sua realização. Uma pena, pois à medida que o evento se enfraqueça quem perde é a cidade, especialmente o comércio turístico local. Mas marcamos nossa presença e nos despedimos dos amigos uruguaios, desejando melhor sorte nas próximas iniciativas.

Do hotel, resolvemos aproveitar a última meia hora de luminosidade antes de escurecer, para dar uma caminhada pela avenida principal e fotografar um pouco da cidade. Logo a noite nos envolveu. Havíamos combinado de jantarmos as 20h00min com os amigos Serra e Manja. Encontramo-nos no hall do hotel e rumamos em busca de algum restaurante. No caminho o casal amigo nos apresenta ao Grand Hotel Concórdia, o mais antigo hotel em funcionamento no Uruguai, onde conforme conta a história, morou Carlos Cardel, que a propósito tem o seu quarto preservado de forma original e pode ser avistado através de uma porta de vidro pelo turista que lá visita. Lindíssimo hotel, que merece sem dúvida nenhuma, ser novamente visitado e investigado nos mínimos detalhes, inclusive com a possibilidade, já por mim definida, de um pernoite por lá com a minha família. Sem dúvida um ambiente especial. 


Resolvemos jantar em uma pizzaria, acompanhados novamente por mim e pelo Sherlei, de uma ampola de 1 litro da ótima cerveja Patrícia, e pelo Serra e pela Manja por uma jarra de um ótimo vinho uruguaio. Um momento também especial, de muita troca, muitos causos, relatos, atualizações, risadas e aprendizado. Um momento agradabilíssimo, daqueles que ficará gravado na memória. Um momento de fraternidade, de união, de comunhão, só possível por que os que ali estavam, comungam de valores comuns, como o amor ao motociclismo, mas também a valorização da amizade sincera e a vontade de disseminar o bem. Especialmente este casal, Serra e Manja são especiais e acima de tudo um exemplo para todos nós e tem de mim e da Adelaide nossa mais alta admiração e respeito. A eles meu muito obrigado pelo convite de participar desta viagem e acima de tudo pela convivência e carinho de sempre. São pessoas muito queridas. O ruim destes momentos é que acabam e a despedida estava próxima, pois deveria acontecer logo mais, no dia seguinte, quando cada um de nós rumaria para seus lares.
Obs: clique na imagem para que você tenha a galeria de imagens deste post;

Amanhecer com chuva: visão do hotel (foto: Manja)

Motos e pilotos preparados para o passeio (foto: Manja)

Serra e Manja a bordo de sua Tenerê 1200

As margens do Uruguai

As máquinas exibidas: duas Transalp(s) e uma Super Tenerê

Outro ângulo



Para minha surpresa, no Uruguai o culto a Iemanjá também é muito forte

Panorâmica da Costaneira do Rio Uruguai

Biroscas a beira-rio

Cenários de Motocicleta

Bela foto que Manja tirou: minha imagem refletida no retrovisor da Super Tenerê. Gostei.

Visão do Rio Uruguai: As margens um barco com pescadores

Pedras esculpidas pelo Rio. Verdadeiras e belas esculturas

Monumento a Garibaldi

Não pipoquei e enfrentei o frio para um banho relaxante a 35 C°

Termas de Daymán: No parque Termal

Muita gente aproveitando

Piscinas cobertas



O encontro, com poucas motos



Moto Chinesa

Degustando bergamotas: Álvaro, Serra, Manja e Sherlei, os motociclistas desta Trip.

Com o organizador do evento, Rubens



Motos construídas pelos Uruguaios = Cena comum no Uruguai


Imagens de Salto














Hotel Los Cedros, onde ficamos

As motos após um dia de intensa atividade

Hotel mais antigo em funcionamento do Uruguai, onde morou Carlos Gardel

Ali também vemos um acervo relacionado a Carlos Gardel

 Vista interna do belíssimo e antigo hotel (Foto: Sherlei)



Com o grande Carlos Gardel (Foto: Sherlei)

O quarto de Gardel (Foto: Sherlei)

Gran Hotel Concórdia, fundado em 1860

A excelente pizza do jantar de despedida (Foto: Sherlei)

Último jantar, saboreando uma pizza com os amigos, cujo papo são os "cenários de motocicleta"